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Mapeamento Acústico ou Mapa de Ruído Ambiental e Ocupacional

Um mapa de ruído constitui, essencialmente, uma ferramenta de apoio a decisões sobre planeamento e ordenamento do território devendo, portanto, ser adotado na preparação dos instrumentos de ordenamento do território e na sua aplicação. Os mapeamentos acústicos são aplicados na área de estudo de impacto ambiental para a identificação de áreas ambientalmente sensíveis ao som indesejado, como os centros urbanos densamente povoados. Ainda que os mapas de ruído sejam um instrumento novo quando comparados a outros tipos de mapeamento, eles são uma ferramenta cada vez mais utilizada por gestores públicos, principalmente na Europa, para mapear o impacto ocasionado pelo ruído.


Veja artigo técnico sobre a integração da ISO 9613 com o SIG (clique aqui).


A integração com Sistemas de Informação Geográfica (SIG) com ortofotos e georreferenciamento com auxílio de drone segue uma nova tendência mundial com modelos mais representativos da realidade e integrado a banco de dados padronizados e a grande rede. Os mapas de ruído a partir de modelagens podem também ser aplicados na área industrial e nos estudos de fazendas eólicas seguindo critério de norma internacionais, como grande exemplo destacamos o iNOISE que pode ser usado por qualquer um na versão grátis.


O iNOISE da DGMR é um bom exemplo dessa gestão ambiental e ocupacional das emissões de ruído ambiental. O NoiseAtWork da mesma empresa realiza, por exemplo, os mesmos cálculos de exposição de audio-dosímetros.


O NoiseAtWork também é ideal para mapeamento de fábricas e embarcações. Renderiza em planta baixa os agentes de risco, qualquer um, mas com maior destaque ao ruído ocupacional e ambiental. Na versão B e D completa, pode-se realizar a gestão das exposições a partir de tarefas marcadas no mapa com a introdução do tempo que o colaborador fica em cada local. O NoiseAtWork automaticamente coleta o valor do nível de pressão sonora, obtido das interpolações normalizadas. Na tabela que é formada no item dose de exposição, basta colocar o tempo em cada área ou posto de trabalho para obter a exposição normalizada aplicando os critérios da NR15 anexo 1 ou NHO-01, dentre outros internacionais. Nesta mesma opção é possível introduzir a atenuação do EPI, obtendo a real exposição e resultados confiáveis das medidas de controles. Na versão D completa ainda há a possibilidade de introduzir fontes de ruído ainda não existentes realizando as predições das exposições.